Vejo-me ao espelho e não me reconheço. Serei eu um fruto da minha imaginação?
De quem é este corpo que vejo ao espelho? De onde surgiu esta carapaça que trago sobre o corpo e esconde quem sou? Este, decididamente, não sou eu.
Há que olhe para si e fisicamente não se reconheça, tanto por ter um peso acima do que é considerado saudável e que o priva de simples movimentos, que os restantes fazem sem pensar ou sentir dificuldade, seja por não se reconhecer a anatomia que lhe foi dada ao se formar num ventre.
Não temos que aceitar o que vemos, porque o que nos define não é o que somos e sim o que fazemos. Hoje em dia podemos ter a ajuda da ciência até mesmo para mudar de sexo e nesse sentido, devemos lutar para sermos o que os nossos olhos vêm no outro lado do espelho.
O meu corpo é o meu templo ou o meu túmulo, depende apenas de mim decidi-lo.
domingo, 13 de março de 2011
Falta de consciência sobre nos mesmos.
A falta de consciência sobre nos mesmos, pode nos levar a uma auto desvalorização consentida.
O que significa que por vezes acordamos e nos observamos num reflexo de um espelho, pensamos…mas que raio é que eu ando cá a fazer?
A vida nem sempre faz sentido e por vezes pensamos que, se todos têm uma razão para andar neste Mundo, qual é o meu?
A verdade é que, por não nos valorizarmos não conseguimos saber o significado que temos para quem nos rodeia. Podemos até ser uma força motivadora que desconhecemos ou até mesmo ser-mos motivo de exemplo para a vida de outras pessoas.
O dia a dia que vivemos ou sobrevivemos, transforma-nos em seres mais fortes e quem nos tem acompanhado nas adversidades da vida e nos conhece minimamente, consegue ver isso. Mas não nós.
Já pensou em quantas pessoas a sua vida pode ter inspirado?
Quantos sonhos ajudou a realizar?
Quantas pessoas olham para si diariamente e o/a admiram ou invejam secretamente?
A falta de consciência sobre nos mesmos, não nos ajuda a olhar mais além. Criamos um espírito derrotista e vazio, ao contrário de nos olharmos ao espelho diariamente e mesmo que não gostando de quem vemos, podemos realmente admira-lo.
O que significa que por vezes acordamos e nos observamos num reflexo de um espelho, pensamos…mas que raio é que eu ando cá a fazer?
A vida nem sempre faz sentido e por vezes pensamos que, se todos têm uma razão para andar neste Mundo, qual é o meu?
A verdade é que, por não nos valorizarmos não conseguimos saber o significado que temos para quem nos rodeia. Podemos até ser uma força motivadora que desconhecemos ou até mesmo ser-mos motivo de exemplo para a vida de outras pessoas.
O dia a dia que vivemos ou sobrevivemos, transforma-nos em seres mais fortes e quem nos tem acompanhado nas adversidades da vida e nos conhece minimamente, consegue ver isso. Mas não nós.
Já pensou em quantas pessoas a sua vida pode ter inspirado?
Quantos sonhos ajudou a realizar?
Quantas pessoas olham para si diariamente e o/a admiram ou invejam secretamente?
A falta de consciência sobre nos mesmos, não nos ajuda a olhar mais além. Criamos um espírito derrotista e vazio, ao contrário de nos olharmos ao espelho diariamente e mesmo que não gostando de quem vemos, podemos realmente admira-lo.
domingo, 6 de março de 2011
O suborno social
Ocupada com os tempos da minha mudança, não posso deixar de observar o que me rodeia.
A sociedade é continuamente subornada e a plena consciência desse facto ainda faz com que o sistema não possa ser contornado, porque as vezes até o fazemos de forma inconscientemente oportunista.
Podemos subornar em todos os locais, até mesmo nos mais inesperados.
O local de trabalho é sem duvida onde se pode visualizar mais situações, até porque nem sempre nos concentramos propriamente no trabalho em si, mas no que se passa ao nosso redor. Existem pessoas que por terem objectivos tão definidos, ultrapassam a barreira do cinismo puro e da decência. Apesar de saberem e verem tão bem como eu, gostam de ser seduzidos!
Esse suborno social é utilizado intencionalmente com o objectivo de obter algo que queiramos. Faz-se um sorriso ou uma insinuação ao chefe, para se obter mais atenção da sua parte e consequentemente obtém-se algumas regalias que por vezes se vêem reflectidas no recibo de vencimento. O vestuário nem sempre apropriado ou alguma exposição carnal também ajuda.
Quando queremos agradar ou “seduzir” intencionalmente com uma finalidade, usa-se este tipo de suborno.
Faz-se charme numa fila com o objectivo de passarmos a frente, usa-se a sedução num agente policial por alguma infracção cometida com a esperança da coima ser mais suave ou até mesmo perdoada. Até compactuamos com alguém que não gostamos, porque sabemos que é preferível não ter essa pessoa contra nós e até mesmo quando vamos a um local solicitar esclarecimentos ou algum tipo de informação, e que nos convém que o funcionário nos atenda com o mínimo de profissionalismo.
A verdade é que tal como usamos essa forma de suborno, também nós somos suas vítimas.
Esquecemos, que como membros da sociedade actual, não temos forma de alterar essa realidade embora sejamos tão culpados como os que acusamos.
A sociedade é continuamente subornada e a plena consciência desse facto ainda faz com que o sistema não possa ser contornado, porque as vezes até o fazemos de forma inconscientemente oportunista.
Podemos subornar em todos os locais, até mesmo nos mais inesperados.
O local de trabalho é sem duvida onde se pode visualizar mais situações, até porque nem sempre nos concentramos propriamente no trabalho em si, mas no que se passa ao nosso redor. Existem pessoas que por terem objectivos tão definidos, ultrapassam a barreira do cinismo puro e da decência. Apesar de saberem e verem tão bem como eu, gostam de ser seduzidos!
Esse suborno social é utilizado intencionalmente com o objectivo de obter algo que queiramos. Faz-se um sorriso ou uma insinuação ao chefe, para se obter mais atenção da sua parte e consequentemente obtém-se algumas regalias que por vezes se vêem reflectidas no recibo de vencimento. O vestuário nem sempre apropriado ou alguma exposição carnal também ajuda.
Quando queremos agradar ou “seduzir” intencionalmente com uma finalidade, usa-se este tipo de suborno.
Faz-se charme numa fila com o objectivo de passarmos a frente, usa-se a sedução num agente policial por alguma infracção cometida com a esperança da coima ser mais suave ou até mesmo perdoada. Até compactuamos com alguém que não gostamos, porque sabemos que é preferível não ter essa pessoa contra nós e até mesmo quando vamos a um local solicitar esclarecimentos ou algum tipo de informação, e que nos convém que o funcionário nos atenda com o mínimo de profissionalismo.
A verdade é que tal como usamos essa forma de suborno, também nós somos suas vítimas.
Esquecemos, que como membros da sociedade actual, não temos forma de alterar essa realidade embora sejamos tão culpados como os que acusamos.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
A estrada.
Há pequenas mudanças que ocorrem na nossa vida sem que possamos fazer nada.
Algumas por culpa de algumas acções efectuadas de animo leve no passado e outras por não se possivel controlar o futuro.
È sem duvida, nestas alturas que constatamos como o ser humano tem capacidade de se adaptar a novos imprevistos e encarar novos desafios.
São estes novos desafios que nos fazem crescer e fazem de nós seres mais humildes, se formos dignos de aprender algo, com a situação que vivenciarmos.
Tenho ouvido muito a frase de que "...todos temos o destino traçado..." mas quantos de nós aprendemos com a experiência?
Vejamos a vida como uma estrada. Podemos ser cumpridores do codigo de estrada e ter um objectivo e respeitando quem nos acompanha, poderemos chegar em segurança ao nosso destino.
Depois temos os apressadinhos, que para chegarem primeiro a algum lugar, fazem ultrapassagem perigosa, têm acidentes, provocam a morte, tentam encurtar o caminho, metendo-se por caminhos de cabras, e até lá chegariam mais rapidamente ao manterem-se nessa estrada recta.
Todos temos o mesmo destino, independentemente das voltas que se possa dar.
Uns chegam mais depressa que outros, uns aprendem, outros não!
Mas ninguem deixa de lá chegar!
Algumas por culpa de algumas acções efectuadas de animo leve no passado e outras por não se possivel controlar o futuro.
È sem duvida, nestas alturas que constatamos como o ser humano tem capacidade de se adaptar a novos imprevistos e encarar novos desafios.
São estes novos desafios que nos fazem crescer e fazem de nós seres mais humildes, se formos dignos de aprender algo, com a situação que vivenciarmos.
Tenho ouvido muito a frase de que "...todos temos o destino traçado..." mas quantos de nós aprendemos com a experiência?
Vejamos a vida como uma estrada. Podemos ser cumpridores do codigo de estrada e ter um objectivo e respeitando quem nos acompanha, poderemos chegar em segurança ao nosso destino.
Depois temos os apressadinhos, que para chegarem primeiro a algum lugar, fazem ultrapassagem perigosa, têm acidentes, provocam a morte, tentam encurtar o caminho, metendo-se por caminhos de cabras, e até lá chegariam mais rapidamente ao manterem-se nessa estrada recta.
Todos temos o mesmo destino, independentemente das voltas que se possa dar.
Uns chegam mais depressa que outros, uns aprendem, outros não!
Mas ninguem deixa de lá chegar!
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Aprender a estar só e adorar!
Por vezes a barreira que criamos a nossa volta, vem de certa forma mostrar o que somos na realidade e o tipo de pessoas que temos ao nosso redor.
Hoje, acredito que me conheco muito melhor do que a uns meses atrás e sei que me sinto bem em estar sozinha. A sociedade pressiona de certa forma para que tenhamos companhia ou parceiro. Não fomos feitos para estar sós, isso é um facto. Mas como no meu caso, as minhas escolhas nem sempre foram as melhores. Culpava a minha constante carencia pelas más escolhas e neste momento aprendi a estar só e adoro. Estou a aprender a aceitar-me e a conhecer-me. Posso já estar reformada quando me permitir a mim mesma, poder partilhar o meu coração com alguem. Mas serei uma companheira mais saudavel, sem qualquer duvida.
Ninguem será culpado pelas minhas fustrações, inseguranças ou tristezas.
Mas a grande vantagem é, que ninguem me fornica o juizo a não ser eu mesma e acreditem que já o faço diariamente!
Agora só falta elevar a minha auto estima e depois...ninguem me segura!!!!!
Hoje, acredito que me conheco muito melhor do que a uns meses atrás e sei que me sinto bem em estar sozinha. A sociedade pressiona de certa forma para que tenhamos companhia ou parceiro. Não fomos feitos para estar sós, isso é um facto. Mas como no meu caso, as minhas escolhas nem sempre foram as melhores. Culpava a minha constante carencia pelas más escolhas e neste momento aprendi a estar só e adoro. Estou a aprender a aceitar-me e a conhecer-me. Posso já estar reformada quando me permitir a mim mesma, poder partilhar o meu coração com alguem. Mas serei uma companheira mais saudavel, sem qualquer duvida.
Ninguem será culpado pelas minhas fustrações, inseguranças ou tristezas.
Mas a grande vantagem é, que ninguem me fornica o juizo a não ser eu mesma e acreditem que já o faço diariamente!
Agora só falta elevar a minha auto estima e depois...ninguem me segura!!!!!
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Hello 2011
Olá caros leitores, estou de volta.
Por vezes a nossa situação profissional exige um pouco mais de nós e a disponibilidade para fazer tudo o que gostamos, torna-se dificil.
Este é o ano de 2011, o qual é tão esperado por muitos, por ser um ano impar. Segundo se diz, os anos impares são mais properos. Assim sendo espero que este seja bem melhor que 2010, que estive tentada a fazer-lhe o funeral mais cedo ( agora já entendo o estranho costume dos portuguese se vestirem de negro na passagem do ano).
Foi para muitos e para mim tambem, um dos piores anos que me recordo e estas coisas não são assim tão dificeis de esquecer, mesmo para que tem a caixinha de fusiveis toda queimadinha como eu.
Espero honestamente que este novo ano seja mais optimista e nos traga a todos novas oportunidades e mais prosperidade, que apesar de ser uma mulher cheia de curvas, estou farta de apertar o cinto.
Estou optimista!!!
Vamos ver por quanto tempo.....
Feliz 2011 a todos!
Por vezes a nossa situação profissional exige um pouco mais de nós e a disponibilidade para fazer tudo o que gostamos, torna-se dificil.
Este é o ano de 2011, o qual é tão esperado por muitos, por ser um ano impar. Segundo se diz, os anos impares são mais properos. Assim sendo espero que este seja bem melhor que 2010, que estive tentada a fazer-lhe o funeral mais cedo ( agora já entendo o estranho costume dos portuguese se vestirem de negro na passagem do ano).
Foi para muitos e para mim tambem, um dos piores anos que me recordo e estas coisas não são assim tão dificeis de esquecer, mesmo para que tem a caixinha de fusiveis toda queimadinha como eu.
Espero honestamente que este novo ano seja mais optimista e nos traga a todos novas oportunidades e mais prosperidade, que apesar de ser uma mulher cheia de curvas, estou farta de apertar o cinto.
Estou optimista!!!
Vamos ver por quanto tempo.....
Feliz 2011 a todos!
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Desilusão
Sou uma céptica que crê em tudo, uma desiludida cheia de ilusões, uma revoltada que aceita, sorridente, todo o mal da vida, uma indiferente a transbordar de ternura.Florbela Espanca
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Por timidez
Por timidez deixei de fazer muita coisa
Mas por estupidez, já ouvi muito mais
Por timidez já deixei para trás muitas coisas
Mas por orgulho, já deixei muito mais
Por timidez já deixei de lado coisas muito importantes
Mas por burrice, já deixei muito mais
Por timidez deixei de dizer a alguém que gostava dela
Por timidez fiz com que o tempo passasse rapidamente e não olhasse mais para atrás
Por timidez perdi amigos
Por timidez fiz inimigos
Por timidez já errei demais
Mas por superação já acertei muito mais
Por timidez não se tira um retrato
Por timidez se alcança o abstrato
Faz-se de um mundo sem cor e vazio
Um mundo colorido de azul... não sombrio!
Mas por estupidez, já ouvi muito mais
Por timidez já deixei para trás muitas coisas
Mas por orgulho, já deixei muito mais
Por timidez já deixei de lado coisas muito importantes
Mas por burrice, já deixei muito mais
Por timidez deixei de dizer a alguém que gostava dela
Por timidez fiz com que o tempo passasse rapidamente e não olhasse mais para atrás
Por timidez perdi amigos
Por timidez fiz inimigos
Por timidez já errei demais
Mas por superação já acertei muito mais
Por timidez não se tira um retrato
Por timidez se alcança o abstrato
Faz-se de um mundo sem cor e vazio
Um mundo colorido de azul... não sombrio!
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Tenho saudades de mim!
Por vezes confunde-se o bem-estar com o estar bem.
Confunde-se a felicidade com pequenas alegrias.
Confundimos ansiedade com um desespero escondido.
Forçamos um sorriso onde devia de existir uma lágrima.
Abraçamos uma almofada ao dormir,
Mas somente queríamos ser abraçados ao deitar.
Abrimos os olhos ao amanhecer,
Mas há dias que queríamos que o sol não nascesse.
Olhamos para o vazio de uma casa
E pensamos como seria se fosse diferente.
Uma casa repleta de sons e odores
Mas no fundo, felizes por estarmos em silencio.
Olhamos para o espelho e pensamos que não somos quem vemos
Aquele corpo não nos pertence.
Não reconhecemos as formas que nos cobrem.
Aquilo que vejo não sou eu!
Eu sou como me vejo
Sempre que fecho os olhos.
O corpo que sinto existir debaixo deste manto que cobre o meu
Apenas reconheço alguns traços do meu rosto.
Tenho medo de desaparecer dentro de mim mesma
Perder o poder de quem eu sou
Deixar de ser a mulher que sempre fui
E cada vez a sinto mais distante.
Não deixes perder-me dentro de quem estou a transformar-me
Porque não gosto daquilo que sou actualmente.
Tenho saudades de mim
Tenho saudades do meu sorriso e da força do meu viver.
Confunde-se a felicidade com pequenas alegrias.
Confundimos ansiedade com um desespero escondido.
Forçamos um sorriso onde devia de existir uma lágrima.
Abraçamos uma almofada ao dormir,
Mas somente queríamos ser abraçados ao deitar.
Abrimos os olhos ao amanhecer,
Mas há dias que queríamos que o sol não nascesse.
Olhamos para o vazio de uma casa
E pensamos como seria se fosse diferente.
Uma casa repleta de sons e odores
Mas no fundo, felizes por estarmos em silencio.
Olhamos para o espelho e pensamos que não somos quem vemos
Aquele corpo não nos pertence.
Não reconhecemos as formas que nos cobrem.
Aquilo que vejo não sou eu!
Eu sou como me vejo
Sempre que fecho os olhos.
O corpo que sinto existir debaixo deste manto que cobre o meu
Apenas reconheço alguns traços do meu rosto.
Tenho medo de desaparecer dentro de mim mesma
Perder o poder de quem eu sou
Deixar de ser a mulher que sempre fui
E cada vez a sinto mais distante.
Não deixes perder-me dentro de quem estou a transformar-me
Porque não gosto daquilo que sou actualmente.
Tenho saudades de mim
Tenho saudades do meu sorriso e da força do meu viver.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
A Amizade
A minha inspiração não acabou, mas sem duvida que o pequeno texto que se segue explica na perfeição sentimentos que nem sempre soube expor!
“Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.(...) Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.Deles não quero resposta, quero o meu avesso.(...) Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.(...) Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice.Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto: e velhos, para que nunca tenham pressa.Tenho amigos para saber quem eu sou.Pois os vendo, loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que “normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril."
Oscar Wilde
“Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.(...) Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.Deles não quero resposta, quero o meu avesso.(...) Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.(...) Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice.Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto: e velhos, para que nunca tenham pressa.Tenho amigos para saber quem eu sou.Pois os vendo, loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que “normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril."
Oscar Wilde
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