Há pequenas mudanças que ocorrem na nossa vida sem que possamos fazer nada.
Algumas por culpa de algumas acções efectuadas de animo leve no passado e outras por não se possivel controlar o futuro.
È sem duvida, nestas alturas que constatamos como o ser humano tem capacidade de se adaptar a novos imprevistos e encarar novos desafios.
São estes novos desafios que nos fazem crescer e fazem de nós seres mais humildes, se formos dignos de aprender algo, com a situação que vivenciarmos.
Tenho ouvido muito a frase de que "...todos temos o destino traçado..." mas quantos de nós aprendemos com a experiência?
Vejamos a vida como uma estrada. Podemos ser cumpridores do codigo de estrada e ter um objectivo e respeitando quem nos acompanha, poderemos chegar em segurança ao nosso destino.
Depois temos os apressadinhos, que para chegarem primeiro a algum lugar, fazem ultrapassagem perigosa, têm acidentes, provocam a morte, tentam encurtar o caminho, metendo-se por caminhos de cabras, e até lá chegariam mais rapidamente ao manterem-se nessa estrada recta.
Todos temos o mesmo destino, independentemente das voltas que se possa dar.
Uns chegam mais depressa que outros, uns aprendem, outros não!
Mas ninguem deixa de lá chegar!
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Aprender a estar só e adorar!
Por vezes a barreira que criamos a nossa volta, vem de certa forma mostrar o que somos na realidade e o tipo de pessoas que temos ao nosso redor.
Hoje, acredito que me conheco muito melhor do que a uns meses atrás e sei que me sinto bem em estar sozinha. A sociedade pressiona de certa forma para que tenhamos companhia ou parceiro. Não fomos feitos para estar sós, isso é um facto. Mas como no meu caso, as minhas escolhas nem sempre foram as melhores. Culpava a minha constante carencia pelas más escolhas e neste momento aprendi a estar só e adoro. Estou a aprender a aceitar-me e a conhecer-me. Posso já estar reformada quando me permitir a mim mesma, poder partilhar o meu coração com alguem. Mas serei uma companheira mais saudavel, sem qualquer duvida.
Ninguem será culpado pelas minhas fustrações, inseguranças ou tristezas.
Mas a grande vantagem é, que ninguem me fornica o juizo a não ser eu mesma e acreditem que já o faço diariamente!
Agora só falta elevar a minha auto estima e depois...ninguem me segura!!!!!
Hoje, acredito que me conheco muito melhor do que a uns meses atrás e sei que me sinto bem em estar sozinha. A sociedade pressiona de certa forma para que tenhamos companhia ou parceiro. Não fomos feitos para estar sós, isso é um facto. Mas como no meu caso, as minhas escolhas nem sempre foram as melhores. Culpava a minha constante carencia pelas más escolhas e neste momento aprendi a estar só e adoro. Estou a aprender a aceitar-me e a conhecer-me. Posso já estar reformada quando me permitir a mim mesma, poder partilhar o meu coração com alguem. Mas serei uma companheira mais saudavel, sem qualquer duvida.
Ninguem será culpado pelas minhas fustrações, inseguranças ou tristezas.
Mas a grande vantagem é, que ninguem me fornica o juizo a não ser eu mesma e acreditem que já o faço diariamente!
Agora só falta elevar a minha auto estima e depois...ninguem me segura!!!!!
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Hello 2011
Olá caros leitores, estou de volta.
Por vezes a nossa situação profissional exige um pouco mais de nós e a disponibilidade para fazer tudo o que gostamos, torna-se dificil.
Este é o ano de 2011, o qual é tão esperado por muitos, por ser um ano impar. Segundo se diz, os anos impares são mais properos. Assim sendo espero que este seja bem melhor que 2010, que estive tentada a fazer-lhe o funeral mais cedo ( agora já entendo o estranho costume dos portuguese se vestirem de negro na passagem do ano).
Foi para muitos e para mim tambem, um dos piores anos que me recordo e estas coisas não são assim tão dificeis de esquecer, mesmo para que tem a caixinha de fusiveis toda queimadinha como eu.
Espero honestamente que este novo ano seja mais optimista e nos traga a todos novas oportunidades e mais prosperidade, que apesar de ser uma mulher cheia de curvas, estou farta de apertar o cinto.
Estou optimista!!!
Vamos ver por quanto tempo.....
Feliz 2011 a todos!
Por vezes a nossa situação profissional exige um pouco mais de nós e a disponibilidade para fazer tudo o que gostamos, torna-se dificil.
Este é o ano de 2011, o qual é tão esperado por muitos, por ser um ano impar. Segundo se diz, os anos impares são mais properos. Assim sendo espero que este seja bem melhor que 2010, que estive tentada a fazer-lhe o funeral mais cedo ( agora já entendo o estranho costume dos portuguese se vestirem de negro na passagem do ano).
Foi para muitos e para mim tambem, um dos piores anos que me recordo e estas coisas não são assim tão dificeis de esquecer, mesmo para que tem a caixinha de fusiveis toda queimadinha como eu.
Espero honestamente que este novo ano seja mais optimista e nos traga a todos novas oportunidades e mais prosperidade, que apesar de ser uma mulher cheia de curvas, estou farta de apertar o cinto.
Estou optimista!!!
Vamos ver por quanto tempo.....
Feliz 2011 a todos!
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Desilusão
Sou uma céptica que crê em tudo, uma desiludida cheia de ilusões, uma revoltada que aceita, sorridente, todo o mal da vida, uma indiferente a transbordar de ternura.Florbela Espanca
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Por timidez
Por timidez deixei de fazer muita coisa
Mas por estupidez, já ouvi muito mais
Por timidez já deixei para trás muitas coisas
Mas por orgulho, já deixei muito mais
Por timidez já deixei de lado coisas muito importantes
Mas por burrice, já deixei muito mais
Por timidez deixei de dizer a alguém que gostava dela
Por timidez fiz com que o tempo passasse rapidamente e não olhasse mais para atrás
Por timidez perdi amigos
Por timidez fiz inimigos
Por timidez já errei demais
Mas por superação já acertei muito mais
Por timidez não se tira um retrato
Por timidez se alcança o abstrato
Faz-se de um mundo sem cor e vazio
Um mundo colorido de azul... não sombrio!
Mas por estupidez, já ouvi muito mais
Por timidez já deixei para trás muitas coisas
Mas por orgulho, já deixei muito mais
Por timidez já deixei de lado coisas muito importantes
Mas por burrice, já deixei muito mais
Por timidez deixei de dizer a alguém que gostava dela
Por timidez fiz com que o tempo passasse rapidamente e não olhasse mais para atrás
Por timidez perdi amigos
Por timidez fiz inimigos
Por timidez já errei demais
Mas por superação já acertei muito mais
Por timidez não se tira um retrato
Por timidez se alcança o abstrato
Faz-se de um mundo sem cor e vazio
Um mundo colorido de azul... não sombrio!
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Tenho saudades de mim!
Por vezes confunde-se o bem-estar com o estar bem.
Confunde-se a felicidade com pequenas alegrias.
Confundimos ansiedade com um desespero escondido.
Forçamos um sorriso onde devia de existir uma lágrima.
Abraçamos uma almofada ao dormir,
Mas somente queríamos ser abraçados ao deitar.
Abrimos os olhos ao amanhecer,
Mas há dias que queríamos que o sol não nascesse.
Olhamos para o vazio de uma casa
E pensamos como seria se fosse diferente.
Uma casa repleta de sons e odores
Mas no fundo, felizes por estarmos em silencio.
Olhamos para o espelho e pensamos que não somos quem vemos
Aquele corpo não nos pertence.
Não reconhecemos as formas que nos cobrem.
Aquilo que vejo não sou eu!
Eu sou como me vejo
Sempre que fecho os olhos.
O corpo que sinto existir debaixo deste manto que cobre o meu
Apenas reconheço alguns traços do meu rosto.
Tenho medo de desaparecer dentro de mim mesma
Perder o poder de quem eu sou
Deixar de ser a mulher que sempre fui
E cada vez a sinto mais distante.
Não deixes perder-me dentro de quem estou a transformar-me
Porque não gosto daquilo que sou actualmente.
Tenho saudades de mim
Tenho saudades do meu sorriso e da força do meu viver.
Confunde-se a felicidade com pequenas alegrias.
Confundimos ansiedade com um desespero escondido.
Forçamos um sorriso onde devia de existir uma lágrima.
Abraçamos uma almofada ao dormir,
Mas somente queríamos ser abraçados ao deitar.
Abrimos os olhos ao amanhecer,
Mas há dias que queríamos que o sol não nascesse.
Olhamos para o vazio de uma casa
E pensamos como seria se fosse diferente.
Uma casa repleta de sons e odores
Mas no fundo, felizes por estarmos em silencio.
Olhamos para o espelho e pensamos que não somos quem vemos
Aquele corpo não nos pertence.
Não reconhecemos as formas que nos cobrem.
Aquilo que vejo não sou eu!
Eu sou como me vejo
Sempre que fecho os olhos.
O corpo que sinto existir debaixo deste manto que cobre o meu
Apenas reconheço alguns traços do meu rosto.
Tenho medo de desaparecer dentro de mim mesma
Perder o poder de quem eu sou
Deixar de ser a mulher que sempre fui
E cada vez a sinto mais distante.
Não deixes perder-me dentro de quem estou a transformar-me
Porque não gosto daquilo que sou actualmente.
Tenho saudades de mim
Tenho saudades do meu sorriso e da força do meu viver.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
A Amizade
A minha inspiração não acabou, mas sem duvida que o pequeno texto que se segue explica na perfeição sentimentos que nem sempre soube expor!
“Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.(...) Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.Deles não quero resposta, quero o meu avesso.(...) Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.(...) Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice.Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto: e velhos, para que nunca tenham pressa.Tenho amigos para saber quem eu sou.Pois os vendo, loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que “normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril."
Oscar Wilde
“Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.(...) Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.Deles não quero resposta, quero o meu avesso.(...) Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.(...) Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice.Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto: e velhos, para que nunca tenham pressa.Tenho amigos para saber quem eu sou.Pois os vendo, loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que “normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril."
Oscar Wilde
sábado, 25 de setembro de 2010
A VIDA - Poema Lírico de Emile Brontë
A vida, acredita, não é um sonho.
Tão negro quanto os sábios dizem ser.
Frequentemente uma manhã cinzenta
Prenuncia uma tarde agradável e soalhenta.
Às vezes há nuvens sombrias
Mas é apenas em certos dias;
Se a chuvada faz as rosas florir
Ó porquê lamentar e não sorrir?
Rapidamente, alegremente
As soalhentas horas da vida vão passando
Agradecidamente, animadamente
Goza-as enquanto vão voando.
E quando por vezes a Morte aparece
E consigo o que de Melhor temos desaparece?
E quando a dor se aprofunda
E a esperança vencida se afunda?
Oh, mesmo então a esperança há-de renascer,
Inconquistável, sem nunca morrer.
Alegre com a sua asa dourada
Suficientemente forte para nos fazer sentir bem
Corajosamente, sem medo de nada
Enfrenta o dia do julgamento que vem.
Porque gloriosamente, vitoriosamente
Pode a coragem o desespero vencer.
Emile Bronte, 1818-48
Tão negro quanto os sábios dizem ser.
Frequentemente uma manhã cinzenta
Prenuncia uma tarde agradável e soalhenta.
Às vezes há nuvens sombrias
Mas é apenas em certos dias;
Se a chuvada faz as rosas florir
Ó porquê lamentar e não sorrir?
Rapidamente, alegremente
As soalhentas horas da vida vão passando
Agradecidamente, animadamente
Goza-as enquanto vão voando.
E quando por vezes a Morte aparece
E consigo o que de Melhor temos desaparece?
E quando a dor se aprofunda
E a esperança vencida se afunda?
Oh, mesmo então a esperança há-de renascer,
Inconquistável, sem nunca morrer.
Alegre com a sua asa dourada
Suficientemente forte para nos fazer sentir bem
Corajosamente, sem medo de nada
Enfrenta o dia do julgamento que vem.
Porque gloriosamente, vitoriosamente
Pode a coragem o desespero vencer.
Emile Bronte, 1818-48
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
To jff.kika
Por vezes as coisas más acontecem porque damos tudo como garantido e não valorizamos o que nos rodeia.
As vezes ao perder ou a estar a um passo de deixar de ter algo ou alguém, é uma forma que o destino, Deus ou a vida tem de nos chamar a atenção para agradecer diariamente o que temos.
Nada é realmente garantido.
Na realidade não temos nada a que podemos chamar de nosso. O que agora temos, não sabemos se teremos daqui a umas horas. Há coisas que são imprevisiveis e não podemos contar apenas com a nossa sabedoria. Já pensaram bem que se olharia para a vida de uma forma completamente diferente, ao sabermos que era a ultima vez que veriamos esta ou aquela pessoa?
Que iriamos ter a ultima possibilidade de ter isto ou aquilo?Não tratariamos as coisas de forma diferente?
A infelicidade não tem nada a ver com uma força exterior, mas sim com o que permitimos que aconteça a nos mesmos.
Hà coisas que são controlaveis (a maldade humana) ...outras não!
As vezes ao perder ou a estar a um passo de deixar de ter algo ou alguém, é uma forma que o destino, Deus ou a vida tem de nos chamar a atenção para agradecer diariamente o que temos.
Nada é realmente garantido.
Na realidade não temos nada a que podemos chamar de nosso. O que agora temos, não sabemos se teremos daqui a umas horas. Há coisas que são imprevisiveis e não podemos contar apenas com a nossa sabedoria. Já pensaram bem que se olharia para a vida de uma forma completamente diferente, ao sabermos que era a ultima vez que veriamos esta ou aquela pessoa?
Que iriamos ter a ultima possibilidade de ter isto ou aquilo?Não tratariamos as coisas de forma diferente?
A infelicidade não tem nada a ver com uma força exterior, mas sim com o que permitimos que aconteça a nos mesmos.
Hà coisas que são controlaveis (a maldade humana) ...outras não!
sábado, 11 de setembro de 2010
Se não gostar de mim…quem gostará?
A felicidade depende apenas de nós próprios.
Isto é um facto.
A maioria de nós pensa que para ser feliz precisa de ter isto ou aquilo. São apenas complementos.
A verdade é que nada do que possamos ter de palpável, nos trás felicidade.
Pode trazer bem-estar e satisfação momentânea, mas não nos faz feliz.
A verdade é que, procuramos a felicidade tanto em bens materiais como também nas pessoas que nos rodeia. Na sua maioria, nos nossos companheiros de viagem para a vida.
Esquecemos que enquanto não nos sentirmos em paz connosco e enquanto não nos sentirmos bem na nossa própria companhia, não podemos fazer ninguém feliz. Depender de outra pessoa para nos dar a felicidade que procuramos é um erro, porque nunca a iremos fazer verdadeiramente feliz também.
É um acto de puro egoísmo.
Primeiro, devemos nos encontrar. Nos conhecermos enquanto ser humano com defeitos e qualidades. Aprendermos a lidar com tudo o que nós somos e aceitar quem nós somos na mais ínfima verdade.
Após atingir parte deste patamar de auto conhecimento, estamos mais preparados para poder aceitar quem faz parte da nossa vida (ou fará).
Se formos bons aprendizes de nós mesmos, iremos ficar mais humildes e aceitar que todos somos feitos de qualidades e defeitos. Esta é a equação da vida que diferencia os adultos dos eternos adolescentes.
O Mundo não gira em nosso redor. É necessário aprender a conhecermo-nos para nos presentear com a felicidade.Não devemos sobrecarregar ninguém com essa responsabilidade.
Isto é um facto.
A maioria de nós pensa que para ser feliz precisa de ter isto ou aquilo. São apenas complementos.
A verdade é que nada do que possamos ter de palpável, nos trás felicidade.
Pode trazer bem-estar e satisfação momentânea, mas não nos faz feliz.
A verdade é que, procuramos a felicidade tanto em bens materiais como também nas pessoas que nos rodeia. Na sua maioria, nos nossos companheiros de viagem para a vida.
Esquecemos que enquanto não nos sentirmos em paz connosco e enquanto não nos sentirmos bem na nossa própria companhia, não podemos fazer ninguém feliz. Depender de outra pessoa para nos dar a felicidade que procuramos é um erro, porque nunca a iremos fazer verdadeiramente feliz também.
É um acto de puro egoísmo.
Primeiro, devemos nos encontrar. Nos conhecermos enquanto ser humano com defeitos e qualidades. Aprendermos a lidar com tudo o que nós somos e aceitar quem nós somos na mais ínfima verdade.
Após atingir parte deste patamar de auto conhecimento, estamos mais preparados para poder aceitar quem faz parte da nossa vida (ou fará).
Se formos bons aprendizes de nós mesmos, iremos ficar mais humildes e aceitar que todos somos feitos de qualidades e defeitos. Esta é a equação da vida que diferencia os adultos dos eternos adolescentes.
O Mundo não gira em nosso redor. É necessário aprender a conhecermo-nos para nos presentear com a felicidade.Não devemos sobrecarregar ninguém com essa responsabilidade.
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